Crianças podem fazer um exame de raio x ?

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Há um questionamento sobre o uso do raio-x em crianças por conta da dúvida se ele traz malefícios à saúde do paciente.

E já que a segurança das crianças é preocupação não só dos pais, como também dos médicos, esse é um assunto que vale a pena ser abordado para maior esclarecimento.

Em geral, sabe-se que a radiação que sai dos exames de raio-x, não é algo bom para ninguém. No entanto, havendo necessidade de um exame de imagem, ele é uma das únicas soluções.

Se você possui dúvidas sobre o assunto, leia este conteúdo!

O uso de raio X é algo perigoso?

raio-x

Há ocasiões onde o paciente apresenta lesões e suspeitas de infecções ou tumores que só podem ser confirmadas a partir de um exame de imagem.

Assim, o médico obterá mais informações e real noção do problema que está lidando para que ele possa encontrar a melhor forma de tratamento.

No entanto, há uma campanha de conscientização feita pela sociedade brasileira de pediatria e o colégio brasileiro de radiologia e diagnóstico por imagem, que se chama “justifique”.

Essa campanha tem como foco informar os profissionais sobre a importância de ser criterioso na hora de pedir exames por imagem em crianças e adolescentes.

Dessa maneira, esses pacientes não ficam expostos a quantidades desnecessárias de radiação. É preciso então que o médico justifique a necessidade do exame para que o radiologista sugira a melhor ação a se tomar.

Diversas vezes o médico passa por uma pressão por parte dos pais que acham que o atendimento ao seu filho só será eficaz a partir do momento que ele passar por algum exame.

Então, para que esse tipo de procedimento que não há necessidade, precisa-se mudar toda a estrutura do comportamento fazendo com que ele se torne mais rigoroso.

Por que o raio x pode apresentar riscos?

O tipo de radiação que se usa em exames de imagem é do tipo ionizante. Sendo assim, ela pode acabar causando efeitos não desejáveis no corpo humano.

Em geral, as doses de radiação usadas nos procedimentos de imagem são seguras e não causam nenhum tipo de lesão na criança.

No entanto, o único problema disso é quando esse tipo de exame acaba sendo feito de modo repetido, pois acabará havendo um acúmulo dessas doses e isso pode afetar a saúde de uma pessoa.

Por isso que é importante que haja essa noção sobre a necessidade do exame e também da proteção devida quando ele for realizado.

Um dos pontos que traz a tona a importância de saber se vai ou não precisar fazer um exame de raio-x, é que para que se possa ter uma imagem clara, é preciso estar totalmente imóvel.

Especialmente em crianças, sabemos o quanto isso é difícil de se realizar. Às vezes, por não conseguirem ficar quietas, o exame deve acabar sendo repetido.

E ai o perigo do acúmulo de quantidade de radiação fica ainda maior. Por isso, quando houver a necessidade de realizar um exame de imagem, avaliar outras opções acaba se tornando algo mais seguro.

Como ficar atento a isso?

Para garantir a proteção do exame, existe alguns pontos simples aos quais vale a pena se atentar. Por exemplo, se a suspeita da doença é pneumonia, dar foco de radiação somente no pulmão é o mais indicado.

O uso de acessórios como o protetor de tireoide e avental de chumbo acabam sendo itens indispensáveis para que se tenha um resguarde do corpo contra a radiação.

Principalmente em crianças, contar com o auxílio dos pais para ajudar a acalmar e a conter os movimentos é algo fundamental para garantir que o exame não se repita.

Além disso, administrar pequenas doses de radiação para obter as melhores imagens é algo vital para proteção do paciente.

Tentar se utilizar de outros tipos de exames também é algo que os médicos podem fazer como uma alternativa a evitar expor o paciente ao raio-x, como por exemplo, optar por fazer uma ultrassom.

Quando usar o raio-x?

Para que se possa fazer uso desse exame, deve haver uma necessidade de examinar profundamente alguma parte do corpo. Assim, pode-se determinar se há maiores danos.

Tirando esse fator, o exame é algo dispensável que poderá ser trocado por outro mais adequado e seguro. O máximo de exames radiológicos por ano que mantém um nível de segurança é de 5 exames.

Para bebês, esse número cai um pouco. No entanto, não há um fator de concordância geral sobre isso. Os riscos que uma criança pode encarar ao fazer mais do que o recomendado, são:

  • Desenvolver câncer no cérebro;
  • Desenvolver leucemia;
  • Mutação no DNA;
  • Lesões em níveis muito alto.

Por isso que o alerta para os médicos se faz necessário, pois os riscos para que uma criança se exponha a essa radiação e desenvolva algo, acaba sendo muito perigoso.

Os profissionais então devem estar engajados a conhecerem e saber melhor sobre os riscos que o paciente está encarando.

Além disso, especificar a necessidade do exame fará com que os profissionais que cuidam da parte de radiografia possam analisar a situação e fazer com que eles possam intervir com outras sugestões.

Logo, qualquer prática de saúde deve ser feita apenas quando o benefício para a vida do paciente supera os riscos que ele pode vir a sofrer durante o exame.

Os exames de raio-x e tomografia já salvaram muitas pessoas e com certeza ele é parte indispensável na rotina médica. Mas é preciso que haja uma precaução de seu uso.

Conclusão

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Por fim, vimos então ao longo deste conteúdo quais os riscos que o raio-x oferece e porque ele deve ser um exame que os médicos devem pensar antes de passar.

A saúde de uma criança é algo que pode ser muito afetado por fatores externos. Portanto, é vital que todas as medidas que evitem o máximo expor um paciente sejam tomadas.

Conte aqui se esse conteúdo te ajudou esclarecer um pouco sobre a importância desse assunto e não se esqueça de compartilhá-lo com mais pessoas.

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