Bronzeamento artificial faz mal? 3 verdades e 3 mitos

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bronzeamento artificial faz mal
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O bronzeamento artificial faz mal? Essa pergunta pode gerar dúvidas em muitas pessoas. Isso porque, mesmo sendo um procedimento com resultado similar ao da exposição ao sol, há algumas especificidades em relação a ele.

Contudo, esse método pode sim trazer riscos para a saúde quando é utilizado de maneira incorreta ou pela constância. 

Aliás, por emitir raios UVA e UVB, é necessário critérios rigorosos para não haver exposição nociva da pele através do bronzeamento artificial.

Diante disso, o ideal é que esse procedimento seja feito em uma clínica de estética de referência no mercado. Preparamos este post para que você conheça 3 verdades e 3 mitos relacionados ao assunto. Boa leitura!

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Afinal, o que é bronzeamento artificial?

Quem se pergunta se o bronzeamento artificial faz mal, precisa antes entender o processo.

Em resumo, ele é o ato de escurecer a pele sem a utilização do sol. Há vários métodos para obter esse resultado e ele pode ser feito por um profissional ou em casa.

Além disso, existem equipamentos próprios para isso, como a cama de bronzeamento artificial, spray de bronzeamento ou bronzeamento por loções.

Contudo, devemos ressaltar que o bronzeamento artificial por meio de câmaras está proibido no Brasil, uma vez que a Anvisa não regulamentou este procedimento.

Quais os principais tipos de bronzeamento artificial?

Há no mercado alguns métodos para realizar o processo de escurecimento da pele. A seguir, demonstraremos quais são.

Câmara

A câmara de bronzeamento artificial faz mal e elas são as mais conhecidas. Ela é capaz de oferecer riscos às pessoas, já que usa radiação UVA.

Contudo, existem alguns mitos relacionados a esse procedimento. Por exemplo: A câmara não diminui a hidratação da pele, mas pode causar envelhecimento precoce com o uso constante.

Isso acontece pelo fato de os raios UVA danificam a fibra do colágeno, o que aumenta, com o tempo, o volume de rugas.

Lembrando que esse tipo de bronzeamento sem a devida proteção dos olhos pode danificar a retina, provocando, dessa forma, danos oculares severos.

Jato

O bronzeamento a jato geralmente é feito em sessões home care ou mesmo em clínicas especializadas no bronzeamento da pele. Nesse caso, o cliente fica de roupa de banho e recebe um jato pulverizado de compressor.

Normalmente, pode durar até 30 minutos e esse procedimento chega em média a 15 dias. O bronze do jato é considerado seguro quando é realizado com produtos regulamentados pela Anvisa.

Fita

O bronzeamento com fita é bem natural e a pessoa fica exposta ao sol com um produto bronzeador. A fita serve para marcar o biquíni, mas é feita com parafina.

Nesse caso, é interessante confirmar se o profissional que fará essa técnica realmente tem experiência em bronzeamento. Isso pelo fato de que é um risco se expor ao sol de modo inadequado.

Essa exposição não controlada pode envelhecer a pele ou mesmo a queimar. Para que o procedimento com fita ocorra, a parafina bronzeadora deve ser autorizada pela Anvisa, já que nenhum produto pode ser utilizado sem o devido registro e certificação de procedência.

Mito: Bronzeamento artificial faz mal e é a principal causa do câncer

Dizer que bronzeamento artificial faz mal ao ponto de provocar câncer é um mito! A incidência de câncer de pele nas regiões mais ensolaradas do país, no qual a população fica naturalmente bronzeada o ano inteiro é menor.

Gira em torno de 3 a 5 vezes menos que nas regiões sul e sudeste, nas quais as pessoas se bronzeiam somente em alguns meses do ano.

Verdade: Excesso de bronzeamento prejudica a pele

Sim, a grande exposição aos raios de sol pode provocar alguns prejuízos à saúde. Eles podem ser desde queimaduras até mesmo o desenvolvimento de câncer de pele e de catarata nos olhos.

Mito: O bronzeamento natural é melhor que o artificial

Outra inverdade. Os aparelhos fabricados conforme normas estabelecidas por lei e que são testados são bem seguros.

Esses mecanismos, quando é controlada a intensidade da radiação, se enquadram perfeitamente às normas internacionais de segurança.

Isso quer dizer que esses aparelhos regulamentados não oferecem uma superexposição aos usuários.

Verdade: Nem todo mundo pode fazer bronzeamento artificial

Em algumas condições, o bronzeamento artificial faz mal. Isso pelo simples fato de que há situações em que ele não é recomendado.

As gestantes, por exemplo, não podem ficar expostas ao sol em excesso. Pessoas com histórico familiar de câncer de pele também.

Há casos de condições de vitiligo, que não é recomendado realizar o procedimento de bronzeamento com fita, já que a despigmentação da pele é bastante sensível.

Mito: Bronzeamento artificial faz mal à saúde dos olhos

Outro mito sobre o bronzeamento. Mas aqui cabe um alerta, já que a exposição excessiva, como mencionada, pode provocar catarata.

No geral, não há nenhum problema, apenas a exposição prolongada que pode provocar algum dano nos olhos.

Verdade: Acelerar o bronzeamento artificial pode causar dermatites e queimaduras

Acelerar o processo de bronzeamento artificial faz mal. Isso pelo fato de que o resultado desse procedimento é uma resposta que a pele dá para se defender dos raios solares.

Ou seja, o bronzeamento só acontece quando a pele precisa se defender continuamente do sol. Mas o fato é que a exposição em baixa quantidade é extremamente benéfica e vital para a saúde.

Então, evite somente passar horas realizando o bronzeamento a fim de manter sua saúde em dia.

Conclusão

Enfim, agora que você viu alguns casos em que o bronzeamento artificial faz mal, tenha a devida atenção na hora de colocar isso em prática.

Todo mundo gosta de pegar aquele sol, principalmente na praia. Mas todo cuidado é pouco! Então ,previna-se e se bronzeie com moderação.

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